viajante-clandestino:

“Somos assim: sonhamos o voo mas tememos a altura. Para voar é preciso ter coragem para enfrentar o terror do vazio. Porque é só no vazio que o voo acontece. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Mas é isso o que tememos: o não ter certezas. Por isso trocamos o voo por gaiolas. As gaiolas são o lugar onde as certezas moram.Fiódor Dostoiévski, em Os Irmãos Karamazov.

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“Somos assim: sonhamos o voo mas tememos a altura. Para voar é preciso ter coragem para enfrentar o terror do vazio. Porque é só no vazio que o voo acontece. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Mas é isso o que tememos: o não ter certezas. Por isso trocamos o voo por gaiolas. As gaiolas são o lugar onde as certezas moram.

Fiódor Dostoiévski, em Os Irmãos Karamazov.

viajante-clandestino:

“Tudo no mundo quer ser amado. A gente canta e dança e grita porque quer ser amada. Olhe as árvores. Elas fazem tudo que a gente faz para chamar a atenção, menos andar.A Cor Púrpura
Fotografia - Izabel Demarchi

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“Tudo no mundo quer ser amado. A gente canta e dança e grita porque quer ser amada. Olhe as árvores. Elas fazem tudo que a gente faz para chamar a atenção, menos andar.

A Cor Púrpura



Fotografia - Izabel Demarchi

viajante-clandestino:

Não gosto de nada que é raso, de água pela canela. Ou eu mergulho até encontrar o reino submerso de Atlântida, ou fico à margem, espiando de fora.Martha Medeiros
Imagem - Dorian Vallejo

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Não gosto de nada que é raso, de água pela canela. Ou eu mergulho até encontrar o reino submerso de Atlântida, ou fico à margem, espiando de fora.

Martha Medeiros



Imagem - Dorian Vallejo